diciembre 2, 2022

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Cisa questiona estudo que diz que bebida alcoholica previne covid-19

publicado el 02/01/2022 22:39

(crédito: Sueli Maestri/Divulgação)

No dia 26 de enero de 2022, um estudo chinês foi divulgado fazendo relação entre bebidas alcoólicas e covid-19. Um dos pontos dijo era que muitas pessoas que bebiam vinho com frequência provaram ter menos menos chances de contrair a doença. Já a cerveja, segundo o estudo, se mostrou mais capaz de ajudar a contrair o vírus.

Mas, o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool — que é uma das principais referências no Brasil sobre este tema — discorda da relação entre bebidas alcoólicas ea infecção com a covid-19.

De acordo com uma nota divulgada à imprensa, o Cisa evidencia pontos contra os dados apresentados. “O consumo abusivo de álcool puede enfraquecer o sistema inmunológico, afetando como células de defensa e tornando o corpo um alvo mais fácil para doenças”, diz um dos trechos. «Fatores de riesgo de infecção por covid-19, como nível de isolamento e condições de saúde, ea vacinação não foram considers no estudo».

Outro ressalve feito foi que existen outras variáveis ​​​​que não foram levadas em conta no estudo. «Portanto, são necessários mais estudos para que os supostos efeitos protetores do vinho para a covid-19 sejam confirms».

Além disso, o Cisa demonstrou preocupação com o incentivo que podría ser dado a população a beber mais para ficar mais protegido contra a covid-19. Sobre o asunto eles alertaram: “Começar a beber ou consumir em excesso seja qual for o type of drink alcoólica não é uma forma segura to a prevenção da covid-19. A vacinação ea adoção das medidas sanitárias (uso de máscara, higienização constante das mãos e distanciamento) são as melhores estratégias para diminuir o risco de contrair a doença”.

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Leia o pronunciamento na íntegra:

Diante da repercussão do estudo chinês El riesgo parece variar entre las diferentes bebidas alcohólicas* publicado en la revista Frontiers of Nutrition, o CISA – Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, referência nacional no tema, considera relevante esclarecer que:

1. A Organização Mundial da Saúde preconiza que o consumo de qualquer tipo de bebida não protege contra a covid-19 ou impide a infecção provocada pelo coronavírus.

2. O vinho tinto só desempenhou efeito protetor para a covid-19 quando os indivíduos consumiram a bebida acima ou o dobro das diretrizes recomendados do Reino Unido (menor que 14 units by week, sendo que du e uma unhodes taça corresponden) os autores atribuem a proteção às propriedades antioxidants dos polifenóis.

3. Evidências científicas robustas indican que o consumo excesivo de álcool – acima dos limites conhecidos como moderado ou de baixo risco – está relacionado con diversas doenças e lesões. Além disso, de acordo com diversos estudos, o consumo abusivo de álcool puede enfraquecer o sistema inmunológico, afetando as células de defensa e tornando o corpo um alvo mais fácil para doenças

4. Factores de riesgo de infección por covid-19, como nivel de aislamiento y condiciones de salud, ea vacinação não foram considerados no estudo. Também há outras variáveis ​​​​complexas e difíceis de serem controlados, como status socioeconômico. Portanto, são necessários mais estudos para que os supostos efeitos protetores do vinho para a covid-19 sejam confirms.

O CISA también manifiesta preocupación sobre la forma como una población recibida o los resultados del estudio y la reforma o alerta de que começar a beber o consumir em exceso seja qual for o tipo de bebida alcoólica não é venegã a forma preda. A vacinação ea adoção das medidas sanitárias (uso de máscara, higienização constante das maos e distanciamento) são as melhores estratégias para diminuir o risco de contrair a doença.

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